GRAVITAS

Sombras me respiram na imortalidade de um quarto escuro
Falo através de mordaças, declamo cratreras e mergulho
E é tão fundo que nem o meu grito vislumbra as estrelas
E é tão vazio que nem a dor preenche as pequenas feridas

Então olho pela janela e deixo cair essas palavras:
Hora de de ir buscar a minha gravidade zero.

 

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~ por jeronimooo em setembro 26, 2011.

Uma resposta to “GRAVITAS”

  1. no fundo da caixa, tem uma asa… bons voos!

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