A COLHEITA

 

Declaro o meu amor com as taças quebradas
A dor é um tiro que ilumina mas nunca me cega
Estou sorrindo, estou descarregando as armas
Quero brindar o espaço para saudar o impacto

Estou mordendo o chão para arrancar o anzol

Declaro a minha guerra com os braços abertos
Asas para conquistar o horizonte da entrega
Estou rendido, escudo caído, palavras afiadas
Quero cortar o laço que amarra o disparo

Estou abraçando o chão para poder colher o céu.

 

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~ por jeronimooo em julho 22, 2011.

2 Respostas to “A COLHEITA”

  1. nunca esqueça do kuarto verde… ele projeta saudades de árabes maravilhosos… que fizeram do desterro do deserto…pedras preciosas silicas…

  2. nunca esqueça do kuarto verde… ele projeta saudades de árabes maravilhosos… que fizeram do desterro do deserto…pedras preciosas silicas…

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