O LIMIAR

Esse sonho não se deita e nem dorme ao meu lado
Luzes que permanecem sempre de olhos abertos
Ilhas de fogo cercadas pelo oceano da noite
Eu jamais voltaria atrás em busca de um porto

Esse mapa não se acha e nem me leva pelas mãos
Crianças que correm em direção da tempestade
Pequenas faíscas no limiar do desconhecido
Eu jamais abandonaria essa nossa inocência.

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~ por jeronimooo em junho 17, 2010.

4 Respostas to “O LIMIAR”

  1. no traçado do acaso…

  2. Centelhas navegando pelos mares escuros da consciência

  3. Malícia

    Quando em mim aportou teus olhares
    me sabias ilha, não continente
    E eu que nem me cabia de contente
    quando lançou-se em minhas praias

    Traçando trilhas me revelou em cartas
    Riscos de luz em céu estremecido
    Se descobrindo me revelou perdido
    Eu ando pelas ruas que em mim criastes

    Persigo o lápis no instante em que risca
    e perco as palavras com que me publica
    Me publicastes e me tornei malícia
    a inocência se foi e nos persegue

  4. O bom de ser criança é não ter medo de nada… quando crescemos ficamos tolos, pois perdemos um mundo de novos horizontes pela frente… o bom mesmo é ser inocente… é não ter medo e não ter mapas!

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