MÃOS VAZIAS

 

Divida essa falta de ar comigo:
Como pode a poça d´água ser tão rasa
E o mundo tão profundo?

Divida esse excesso de vontade comigo:
Como pode o encontro ser tão raro
E o abraço tão infinito?

Leve o que é seu
E eu levarei o que é de ninguém
Vamos embora
Não temos nada à perder.

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~ por jeronimooo em fevereiro 16, 2010.

2 Respostas to “MÃOS VAZIAS”

  1. “Um tapa dado de forma lenta e hesitante não é absolutamente um tapa; não tem vida, não tem espontaneidade. De modo semelhante, um quadro que não capte a inspiração enquanto ela está viva, mas que tenta ressucita-la laboriosamente depois de morta, é como um pássaro empalhado numa vitrine. O Sumiye capta o pássaro um segundo antes que ele voe; na verdade permite que ele escape porque não tem necessidade de embalsamá-lo para que o artista possa examinar calmamente o seu cadáver. Assim, o artista Sumiye tem sempre de “ir andando”, pois a morte segue a vida a um passo de distância.” Alan Watts, O Espírito do Zen.

  2. “A vida eh o que acontece quabdo temos outros planos” (dito popular), imagine o que dizer da morte entao?

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